Nas ruas em que caminhas,
Não encontras a minha sombra,
Nas ruas que percorres,
O meu perfume arrefeceu...
Onde tu vais, eu já lá não ando...
Onde tu ías, eu já lá não vou!
Perdão!
Por me quereres encontrar,
E eu não estar lá...
Perdão!
Por fugir das tuas palavras,
Por não ouvir os teus suspiros.
O meu coração já não bate por ti...
O meu coração deixou de bater,
Por quem quer que seja...
Perdão!
Por não querer ser perdoada...
Por fugir de ti...
Por fugir de mim...
Só quero abraçar a vida,
Como abracei os que me amaram...
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Perdida...
Lamento escravizar me,
Lamento querer fugir,
Desparecer!
Um dia hei-de ser livre,
Um dia...
Esse dia será quando o sol deixar de brilhar,
Quando as àguas do mar arrefecerem,
E os passaros partirem rumo ao sul...
Nesse dia voltarei a ser livre,
Dona de mim,
Sem patrões nem vozes autoritárias...
Espero esse dia,
Já falta pouco...
O sol vai arrfecer, os dias vão se tornar menores...
E eu??
Eu tornar me ei maior...
Sempre maior...
Lamento querer fugir,
Desparecer!
Um dia hei-de ser livre,
Um dia...
Esse dia será quando o sol deixar de brilhar,
Quando as àguas do mar arrefecerem,
E os passaros partirem rumo ao sul...
Nesse dia voltarei a ser livre,
Dona de mim,
Sem patrões nem vozes autoritárias...
Espero esse dia,
Já falta pouco...
O sol vai arrfecer, os dias vão se tornar menores...
E eu??
Eu tornar me ei maior...
Sempre maior...
quarta-feira, 2 de julho de 2008
ela+ele
a lua aquece mais que o sol.
a luz nunca foi íntima do desejo profundo.
eu sei. não sonho bem de olhos abertos, nem tu beijas bem assim.
então fechemo-nos, depressa, para que nos possamos abrir, com.. calma?!
nao.
sim!
esta noite não irei para a praia.
porque esta noite está sol?
não és rei de expectativas.
nem tu rainha do tempo.
estúpido.
meu amor.
a luz nunca foi íntima do desejo profundo.
eu sei. não sonho bem de olhos abertos, nem tu beijas bem assim.
então fechemo-nos, depressa, para que nos possamos abrir, com.. calma?!
nao.
sim!
esta noite não irei para a praia.
porque esta noite está sol?
não és rei de expectativas.
nem tu rainha do tempo.
estúpido.
meu amor.
terça-feira, 1 de julho de 2008
já são minutos.
hoje. hoje é o dia. é o dia. o dia.
primeira frase, primeira persuasão falsa.
segunda frase, com tempo e sem acção.
terceira frase é a quarta frase.
a quarta frase não tem o espaço que deveria ter.
a lei das três unidades aristotélicas tem aquilo que eu não tenho.
ordem. já a tive. denunciei a noite no dia que já não é dia.
agora já chega.
cheguei ao japão há três dias. estou confuso por saber onde estou.
encontrei-me com o acaso. aqule com quem tinha combinado.
cheguei-me.
primeira frase, primeira persuasão falsa.
segunda frase, com tempo e sem acção.
terceira frase é a quarta frase.
a quarta frase não tem o espaço que deveria ter.
a lei das três unidades aristotélicas tem aquilo que eu não tenho.
ordem. já a tive. denunciei a noite no dia que já não é dia.
agora já chega.
cheguei ao japão há três dias. estou confuso por saber onde estou.
encontrei-me com o acaso. aqule com quem tinha combinado.
cheguei-me.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
subentendida?...
Li me,
E voltei a reler me,
E não me compreendi...
O que senti, hoje não sinto mais...
O que desejava, não quero saber...
Sonhos que sonhei, hoje já não recordo...
Apenas me percebo nas entrelinhas do que escrevo...
Entre elas encontro aquilo que perdi,
As memórias do que senti...
Do que fui sem querer ser...
Do que fizeram de mim,
Aqueles que me desejaram...
E recordo me daquilo que fui,
Daquilo que sou!
Alguém com vontades de ser só!
Sem dependências, sem amarras...
Um eterno ponto de exclamação,
Com ânsia de se tornar reticências...
E voltei a reler me,
E não me compreendi...
O que senti, hoje não sinto mais...
O que desejava, não quero saber...
Sonhos que sonhei, hoje já não recordo...
Apenas me percebo nas entrelinhas do que escrevo...
Entre elas encontro aquilo que perdi,
As memórias do que senti...
Do que fui sem querer ser...
Do que fizeram de mim,
Aqueles que me desejaram...
E recordo me daquilo que fui,
Daquilo que sou!
Alguém com vontades de ser só!
Sem dependências, sem amarras...
Um eterno ponto de exclamação,
Com ânsia de se tornar reticências...
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Sofrer...

Hoje quero sofrer!
Quero punir me com a dor...
Magoar me a mim própria,
Como sei que magoo os que me amam...
Mas eu não quero que me amem!
Não mereço que me amem!
Não fiz nada para me amarem!
Por favor, simplesmente Não me amem...
Não sei retribuir esse amor,
Esse carinho que me dás, não sei...
Sou uma espada de dois gumes,
Um animal selvagem,
Uma flor espinhosa...
Que fere quando menos se espera...
Não mereço amor,
Não mereço confiança...
Mereço a solidão,
Mereço tudo aquilo que dei,
Ilusão, indiferença...
A quem só me deu coisas boas...
Por favor...
Hoje deixem me sofrer...
terça-feira, 3 de junho de 2008
Sonhar a vida

Porque hoje fecho os olhos,
E sonho a minha vida,
Aquela que nunca tive,
Aquela que nunca terei,
Mas que não deixa de ser minha...
Uma vida inconsciente e feliz,
Uma vida sem mim,
Uma vida sem existência,
Mas com vontades,
Onde sei quem sou,
porque não existo...
Onde só os outros existem,
Porque são a minha vida...
Hoje sonho a minha vida,
Porque não quero vivê la...
Quero preservá la
Assim, como está,
Acordar amanhã e ainda ser hoje.
Porque hoje sonho a minha vida...
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