quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Electricidade de Borla
Sinto uma pujança sexual a querer furar os meus poros, como quem se deseja. O motivo podia ser uma questão de identidade, uma falsa noção da realidade, ou, quiçá, uma forte perturbação patológica ao nível nervoso. Contudo, e sem nada. Nem mais. Uma depilação genital total. Um forte tronco, alicerçado em duas raízes potentosas, todos sem qualquer tipo de jardim, são a razão deste sentimento. Nestas minhas calças sinto-me uma personagem interpretada por Marlon Brando, num dos inúmeros filmes em que antes de estar preparado para a "Acção!", masturbava o seu farol, e, dentro das calças dois números abaixo, o farol tentava dar luz!
domingo, 27 de julho de 2008
Caos

O caos reina à minha volta,
Afasto-me.
Só 3 minutos!
O tempo de fumar um cigarro,
O tempo de reordenar os pensamentos,
O tempo de me recompor...
O cigarro é a minha desculpa,
Para abandonar os problemas,
Temporariamente...
Fumo, inalo, absorvo,
Recomponho-me...
Desejando que este cigarro não se apagasse...
Não quero voltar,
Não quero enfrentar a confusão...
Preciso de respirar,
Com ou sem nicotina...
O caos chama me,
Começo a acordar da minha letargia,
Não me apetece!
Então??
Acendo mais um cigarro...
E deixo me ficar,
Na adorável companhia deste cigarro que me mata...
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Perdão???
Nas ruas em que caminhas,
Não encontras a minha sombra,
Nas ruas que percorres,
O meu perfume arrefeceu...
Onde tu vais, eu já lá não ando...
Onde tu ías, eu já lá não vou!
Perdão!
Por me quereres encontrar,
E eu não estar lá...
Perdão!
Por fugir das tuas palavras,
Por não ouvir os teus suspiros.
O meu coração já não bate por ti...
O meu coração deixou de bater,
Por quem quer que seja...
Perdão!
Por não querer ser perdoada...
Por fugir de ti...
Por fugir de mim...
Só quero abraçar a vida,
Como abracei os que me amaram...
Não encontras a minha sombra,
Nas ruas que percorres,
O meu perfume arrefeceu...
Onde tu vais, eu já lá não ando...
Onde tu ías, eu já lá não vou!
Perdão!
Por me quereres encontrar,
E eu não estar lá...
Perdão!
Por fugir das tuas palavras,
Por não ouvir os teus suspiros.
O meu coração já não bate por ti...
O meu coração deixou de bater,
Por quem quer que seja...
Perdão!
Por não querer ser perdoada...
Por fugir de ti...
Por fugir de mim...
Só quero abraçar a vida,
Como abracei os que me amaram...
Perdida...
Lamento escravizar me,
Lamento querer fugir,
Desparecer!
Um dia hei-de ser livre,
Um dia...
Esse dia será quando o sol deixar de brilhar,
Quando as àguas do mar arrefecerem,
E os passaros partirem rumo ao sul...
Nesse dia voltarei a ser livre,
Dona de mim,
Sem patrões nem vozes autoritárias...
Espero esse dia,
Já falta pouco...
O sol vai arrfecer, os dias vão se tornar menores...
E eu??
Eu tornar me ei maior...
Sempre maior...
Lamento querer fugir,
Desparecer!
Um dia hei-de ser livre,
Um dia...
Esse dia será quando o sol deixar de brilhar,
Quando as àguas do mar arrefecerem,
E os passaros partirem rumo ao sul...
Nesse dia voltarei a ser livre,
Dona de mim,
Sem patrões nem vozes autoritárias...
Espero esse dia,
Já falta pouco...
O sol vai arrfecer, os dias vão se tornar menores...
E eu??
Eu tornar me ei maior...
Sempre maior...
quarta-feira, 2 de julho de 2008
ela+ele
a lua aquece mais que o sol.
a luz nunca foi íntima do desejo profundo.
eu sei. não sonho bem de olhos abertos, nem tu beijas bem assim.
então fechemo-nos, depressa, para que nos possamos abrir, com.. calma?!
nao.
sim!
esta noite não irei para a praia.
porque esta noite está sol?
não és rei de expectativas.
nem tu rainha do tempo.
estúpido.
meu amor.
a luz nunca foi íntima do desejo profundo.
eu sei. não sonho bem de olhos abertos, nem tu beijas bem assim.
então fechemo-nos, depressa, para que nos possamos abrir, com.. calma?!
nao.
sim!
esta noite não irei para a praia.
porque esta noite está sol?
não és rei de expectativas.
nem tu rainha do tempo.
estúpido.
meu amor.
terça-feira, 1 de julho de 2008
já são minutos.
hoje. hoje é o dia. é o dia. o dia.
primeira frase, primeira persuasão falsa.
segunda frase, com tempo e sem acção.
terceira frase é a quarta frase.
a quarta frase não tem o espaço que deveria ter.
a lei das três unidades aristotélicas tem aquilo que eu não tenho.
ordem. já a tive. denunciei a noite no dia que já não é dia.
agora já chega.
cheguei ao japão há três dias. estou confuso por saber onde estou.
encontrei-me com o acaso. aqule com quem tinha combinado.
cheguei-me.
primeira frase, primeira persuasão falsa.
segunda frase, com tempo e sem acção.
terceira frase é a quarta frase.
a quarta frase não tem o espaço que deveria ter.
a lei das três unidades aristotélicas tem aquilo que eu não tenho.
ordem. já a tive. denunciei a noite no dia que já não é dia.
agora já chega.
cheguei ao japão há três dias. estou confuso por saber onde estou.
encontrei-me com o acaso. aqule com quem tinha combinado.
cheguei-me.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
subentendida?...
Li me,
E voltei a reler me,
E não me compreendi...
O que senti, hoje não sinto mais...
O que desejava, não quero saber...
Sonhos que sonhei, hoje já não recordo...
Apenas me percebo nas entrelinhas do que escrevo...
Entre elas encontro aquilo que perdi,
As memórias do que senti...
Do que fui sem querer ser...
Do que fizeram de mim,
Aqueles que me desejaram...
E recordo me daquilo que fui,
Daquilo que sou!
Alguém com vontades de ser só!
Sem dependências, sem amarras...
Um eterno ponto de exclamação,
Com ânsia de se tornar reticências...
E voltei a reler me,
E não me compreendi...
O que senti, hoje não sinto mais...
O que desejava, não quero saber...
Sonhos que sonhei, hoje já não recordo...
Apenas me percebo nas entrelinhas do que escrevo...
Entre elas encontro aquilo que perdi,
As memórias do que senti...
Do que fui sem querer ser...
Do que fizeram de mim,
Aqueles que me desejaram...
E recordo me daquilo que fui,
Daquilo que sou!
Alguém com vontades de ser só!
Sem dependências, sem amarras...
Um eterno ponto de exclamação,
Com ânsia de se tornar reticências...
Subscrever:
Comentários (Atom)
